"A vida é uma caixa de bombons. Você nunca sabe o que vai encontrar lá dentro...mas sempre é bom" Filosofia baratíssima by Forest Gump acrescentada e comprovada por mim.
Cena 1
Mulher de pequena estatura em frente a porta da Contax esperando por um milagre. "Vai q a força da "lei da atração" permite q ele saia exatamente agora" Ela pensou.
"ou daqui a 15 minutos" pensou de novo.
"só mais 5" pensou mais forte.
"agora!" pensou com todas as suas forças.
"Ah, odeio pessoas sem celular" E foi.
Cena 2:
A pequena passa no tapete vermelho do Festival do Rio, era a premiére. Não precisava de vestido longo. Tava bom seu jeans. Foi ótimo bater um papo com Rodrigo Santoro e trocar figurinhas com Selton Melo. Na festa hipersupermega badalada se encontrou com a professora da universidade (a primeira das três q cursou) e com o seu estagiário q hj já é chefe. Amiguinhos daqui, contatos dali, dodinhos de cá, surpresas acolá (nunca havia usado esta palavra).
Devidos às circunstâncias, resolveu maneirar. Saldo da noite: uma cuba-livre e uma caipirinha de morango. Comportadíssima!
Agradecimentos infinitos a quem proporcionou esta noite maravilhosa: André.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
A vida é uma caixa de bombons...
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Vanessa Little
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sexta-feira, 12 de setembro de 2008
A vida é uma louca!
Diga-se apenas que viver é a maior das artes.
A vida é uma louca, daquelas que se teme, que corre berrando pelos corredores do hospício e enfia as unhas tirando sangue.
Para lidar com tal amada é preciso muita calma e, porque não dizê-lo, certa masculinidade.
Primeiro é preciso subjulgar sem medo. Depois, para que se aquiete, propor-lhe aventuras.
Aventuras que estejam à altura de seu total desvario.
É preciso prometer-lhe o rapto do hospício!
Entre beijos estonteantes e garantir que ela é sã!
E depois, respirando fundo, fazer planos para o amanhã.
Não faz mal que os planos sejam pequenos, sequer importam que sejam verdadeiros.
A vida é uma louca, ela acreditará.
E assim, de plano em plano, foderemos até a madrugada, aquela hora terrível, onde o rouxinol se confunde com a cotovia. E então, exaustos, dormiremos abraçados, ou melhor, morreremos sem querer, renascendo de propósito em qualquer outro amanhã.
Domingos de Oliveira
Depois deste texto, não há mais nada a comentar.
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Vanessa Little
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19:16
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segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Feliz Aniversário pra mim!
Nossa, como eu gosto de aniversário!
Mas este ano até que dei uma desanimada.
O que quero mesmo é estar perto dos amigos, da família, de quem amo.
Mas nem sempre é possível, por conta dos afazeres e das atribulações do dia a dia.
Então quando chega a data do meu niver, gosto de fazer uma programação, (pra aproveitar os descontos de aniversário, claro) e para poder adaptar a todos os gostos da minha rede de amizades eclética...rs
Mas nem sempre todos vão. Aí fic triste, principalmente com aqueles que sempre faltam...
Está aí o convitinho. Se eu te conheço pessoalmente, vá!!!
Bjus
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Vanessa Little
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11:22
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domingo, 27 de julho de 2008
Muitas coisas!
Andei meio afastada,
mas tem muitos afazeres e o blog acaba ficando para último plano.
Fiz este vídeo (tá tosco, eu sei). Como foi algo sincero e faço o que tenho vontade, compartilho este momento insano com vcs.
Espero que pelo menos não me xinguem...huahauahua
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Vanessa Little
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11:35
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quarta-feira, 9 de julho de 2008
Desabafo básico de uma universitária-atriz-assessora
Ah, me revoltei!
Fiquei até 2hs da manhã tentando terminar um trabalho de comunicação e imagem (leia-se cinema) pra faculdade.
Era para analisar um filme ou fazer um vídeo de análise.
Escolhi analisar a série Lost.
Cismei em fazer um filme. Sei lá, eu gosto desse negócio de Lost e de tudo envolvido. Pronto, quando vi já estava em uma enrascada.
Em uma noite eu aprendi a salvar vídeos da net, codificar, editar, por legenda, tirar legenda, criar efeitos, passar de AVI pra DVD, de qualquer coisa pra DVD, por som, tirar som, fazer narração, textos, créditos, efeitos, tudo.
Além do vídeo estou fazendo a parte escrita.
Eu sei, sou louca.
Resultado: Não terminei. Não sei o que o professor Erick Felinto vai dizer, se vai deixar entregar depois, não tenho a mínima idéia.
Mandei um e-mail pra ele pedindo mais tempo.
Cansei de fazer esse trabalho por hoje. Tenho muita coisa a estudar.
Será que ele vai deixar?
Estou revoltadíssima com minha mania de encasquetar com as coisas. Essa minha determinação e perfeccionismo acabam me atrapalhando!Aff
E o trabalho de Retórica? Não terminamos.
E a esquete de hoje? Meia boca.
E o meu monólogo que tenho que decorar? Nada.
E a provinha de política? Não estudei.
E os trabalhos da consultoria? Pela metade.
Pára o mundo que eu quero descer!
Atualização mto tempo depois:
Terminei o vídeo e adivinhe, tirei 10!!
Valeu o esforço! hehe
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Vanessa Little
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08:29
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sexta-feira, 30 de maio de 2008
Google nas nuvens
Um exemplo de empresa que valoriza seus funcionários para que a criatividade esteja sempre em alta.
Investimento no bem estar traz resultados sim.
Você já conhece o termo "Nas nuvens" , para a TI?
Veja o vídeo.
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Vanessa Little
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13:50
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quinta-feira, 29 de maio de 2008
Bem Demente
A luta do cinema experimental contra o sistema Hollywoodiano, o contraponto do cinema de vanguarda e o estilo pré-determinado do cinema comercial, são alguns dos tópicos abordados no filme Cecil B Demente (Cecil B. DeMented, EUA, França, 2000). Ser contra o sistema (“Be demented!”) ou amar o blockbuster? Não há meio termo para o personagem principal. E é à custa de muitas mortes e violência mergulhados em um humor sarcástico que esta guerra se apresenta aos poucos. Enquanto isso, como em uma obra de arte que ora choca, ora faz rir, as cores do cinema experimental vão sendo pintadas na tela, literalmente.
A comédia de humor ácido com toques de ação conta a história de um cineasta visionário e independente (Um Stephen Dorff centrado no equilíbrio entre a loucura e o idealismo) que de dia é o pacato Sinclair, gerente de um pequeno cinema, o Senator Theatre, e à noite se auto intitula Cecil B Demente. Junto com sua gang de cinéfilos fanáticos, os Sprockets Holes, seqüestram a atriz nº 1 de Hollywood, Honey (Melanie Griffith em uma atuação caricata que deixa a desejar), na noite da entrega de seu prêmio no referido cinema, para forçá-la a atuar em seu filme underground que é rodado no decorrer do filme utilizando as mais diversas situações provocadas pelo grupo.
A primeira contradição se revela: por que escolher a atriz mais famosa de Hollywood para fazer um filme experimental? Cecil B se mostra totalmente contra o sistema, porém usufrui dele para conseguir publicidade e difundir através do ato criminoso sua tese de rebeldia cinematográfica.
Como comédia é fraco, com situações repetitivas e piadas internas (daquelas que apenas conhecedores da linguagem e história do cinema ou a própria equipe consegue entender). Mas é divertido ver a transformação da personagem de Griffith de diva fútil, mimada e rica em uma verdadeira Sprocket Hole, procurada pela polícia, uma referência livre ao caso real de Patty Hearst, uma atriz que nos anos 70 foi seqüestrada por guerrilheiros e acabou participando de um assalto com eles. Das roupas luxuosas e de seus ataques de estrelismo, só resta a voz estridente, que muito contribuiu para o prêmio Framboesa de Ouro, “conquistado” pela atriz.
Esta passagem de fase vai sendo construída ao longo do filme com a variação das cores, refletidas no figurino que aos poucos vai ficando cada vez mais pesado, psicodélico e com cores vibrantes para culminar em um preto total a fim de consagrar a total loucura e violência de seus personagens. A luz da película, tão clara no início também escurece, dando um ar noir ao seu final. Recursos metalingüísticos são muito utilizados. Não só nas explicações de como se faz um filme, mas também nos próprios personagens, como quando um dos Sprocket fica “paralisado na cena”. A mudança de quadro lateral horizontal é outro recurso para enfatizar o filme falando de outro filme. Quando Honey é levada pelos policiais, a câmera lenta e a música de fundo remetem aos musicais e glamour hollywoodiano. Um contraste percebido nitidamente, já que não combina com a cena: a personagem se encontra com o cabelo queimado, má vestida e indo direto para a cadeia.
Dados psicológicos também são passíveis de detectar, como a privação ao sexo em favor ao sucesso do fazer cinematográfico, culminando às cenas de homosexualismo, sadomasoquismo para a celebração da empreitada.
O diretor merece um capítulo à parte. John Walters se transpõe para a tela disfarçado do personagem Cecil B Demente, nome escolhido após um apelido que ele próprio recebera de um crítico. O Rei do trash ou do mal gosto, título recebido a partir de Pink Flamingos (1972), passou o início de sua carreira dedicado ao cinema arte. Assim como a criatura, o criador fazia seus filmes com ajuda dos amigos cinéfilos e foi criando um estilo próprio que aos poucos foi abrindo portas e adquirindo espaço no meio cinematográfico de arte, inclusive em sessões de meia-noite, como é citado no filme como algo sublime de se defender. Com Hairspray (1988) ele desponta em Hollywood e se adapta bem ao sistema. Inclusive a refilmagem do filme (2007) mostra o quanto esta adaptação foi doce, com uma pitada de sarcasmo mas com direito aos clichês criticados em Cecil B. Seria este o futuro da personagem caso não tivesse tido “a visão” e posto fogo em si mesmo para dar gran finale ao seu filme?
Não apenas Waters está disfarçado como todos os personagens têm uma dupla personalidade. A atriz que na frente das câmeras se mostra perfeita, mas não consegue se manter equilibrada na sua vida pessoal; o integrante da gang “filhinho de papai”; Sinclair que se esconde na máscara de Cecil são alguns dos exemplos.
O filme é uma sátira ao sistema de Hollywood, mas culmina por ao mesmo tempo ir contra o cinema de guerrilha. Não chega a definir qual é sua verdadeira proposta, já que os atos dos cineastas da gang de Cecil agem absurdamente sem critérios sociais ou morais e, como poderíamos dizer em uma discussão, perdem a razão ao trocar os argumentos por violência. Vemos então um ambiente de desordem e loucura, caracterizando o cinema não Hollywoodiano como apenas louco e inconseqüente. Leva à reflexão do cinema comercial, porém, por ter os padrões de Hollywood e estar inserido no próprio contexto criticado, provoca uma crítica da crítica. Deixando dúbia sua proposta, já que seu protagonista utiliza estes recursos comerciais a seu favor, assim como seu criador John Waters.
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Vanessa Little
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19:20
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